Diógenes Pereira da Silva*

A eleição de outubro se aproxima e, com ela, aumenta a expectativa de mudanças no cenário político brasileiro. Maior representante político do “conservadorismo” brasileiro, Jair Bolsonaro, está liderando as pesquisas, mas me preocupam muito as notáveis polêmicas que envolvem o pré-candidato e seu estado emocional na resolução destas. Por outro lado, tem o também pré-candidato Ciro Gomes que, além do descontrole emocional, reafirma a cada dia sua demência em relação às polêmicas e como lidar com elas. O primeiro, segundo as pesquisas de intenção de voto, pode até ser eleito presidente da República do Brasil, mas, caso isso aconteça, espero, sinceramente, que seu comportamento seja diferente do mostrado nas redes sociais.

Ainda teremos os governadores de estado, diante dos quais é preciso que o eleitor acredite na força de seu voto e na mudança que ele pode provocar numa história política devastada, marcada por atos ostensivos de corrupção. O voto sempre foi o instrumento do povo e para o povo na firmação do poder democrático, mas nunca se esperou tanto do eleitor como nesta eleição. Agora são muitas as ferramentas que identificarão os “políticos ficha suja” e é obrigação do eleitor promover as mudanças tão desejadas na política do Brasil.

O futuro do Brasil para os próximos quatro anos depende do eleitor, motivo pelo qual é fundamental que cada um faça a sua escolha de modo consciente e com seriedade. O voto só será consciente se o eleitor conhecer o candidato, informar-se sobre ele, pesquisar sua vida política e se teve participação ou está sendo processado por ato ilegal.

Outra questão muito importante é conhecer a ideologia do partido político do candidato, pois ele a seguirá fielmente; ou seja: os objetivos daquela legenda estarão ligados ao desenvolvimento do mandato do candidato eleito. É claro que nem todos os políticos são corruptos e, ainda, alguns poucos têm boas praticas a desenvolver para as mudanças necessárias para o crescimento social do Brasil, mas devem ser escolhidos com muita atenção e amparados por pesquisas fundamentadas e responsáveis.

O eleitor precisa saber que esse momento é o ponto alto das mudanças político-sociais e que a falta de harmonia, em relação à escolha de um candidato eleitoral, não pode ser motivada por falta de uma pesquisa fundamentada no passado histórico-cultural do candidato escolhido. É importante salientar que a ação de desvirtuar o voto, por falta de conhecimento sobre o candidato, acarreta em consequências como as que estão sendo vivenciadas: desigualdade e o desrespeito total com a sociedade que já não suporta pagar tantos impostos para que nossos políticos, cada vez mais, possam ter privilégios.

*Oficial da Reserva da PMMG

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